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    Em 07/07/2017

     

    Rixa de 130 mil anos resolvida nessa madrugada: briga entre homem e cão termina com um morto

     



               Por Redação da Folha (07 de janeiro de 2013) - Indivíduos de duas espécies diferentes encontraram-se na madrugada desta segunda-feira, 7, no centro da cidade de Pedra Branca, e não se entenderam. A confusão terminou em sangue. De um lado, um exemplar adolescente da espécie Homo sapiens, vulgarmente chamada de homem ou ser humano; do outro, um membro adulto da espécie Canis lupus familiaris, popularmente conhecida como cachorro ou cão.
              O humano, avançado tecnologicamente, embora bem mais agressivo e maldoso, estava armado com uma faca, enquanto o canídeo brigava apenas com a força dos dentes e o instinto de sobrevivência. Ereto e racional, o humano sustentava a arma com uma das mãos, e também utiliza os pés com agressividade, usufruindo plenamente de sua condição de bípede. Já o canídeo, pela sua constituição quadrúpide, avançava apenas com a boca, embora, em alguns momentos, também garreasse o adversário com as patas dianteiras.
               Depois de alguns minutos de briga, o humano, armado e bem mais forte fisicamente, terminou acertando vários golpes mortais no canídeo, e saiu do duelo sem graves lesões: apenas uma leve mordida em uma das pernas. Já o seu inimigo morreu quase que instantaneamente pela gravidade dos ferimentos. O corpo do cão foi retirado da rua no começo da manhã e depositado em um local distante da cidade.
               Como neste país há leis que protegem bichos e homens, o acusado de matar brutalmente o cão foi detido por membros da Polícia Militar e levado por conselheiros tutelares para a delegacia de Itaporanga, onde prestou depoimento: utilizando-se de sua condição de ser falante, ele acusou o animal de ter começado a confusão ao tentar mordê-lo no momento que passava pelo centro da cidade em direção à sua residência. A polícia, no entanto, desconfia que pode não ter sido o cachorro o pivô do desentendimento.
               Conforme o delegado Joáis Marques, que investiga o caso, o autor do crime tem apenas 16 anos, e já acumula um histórico de atos agressivos, inclusive contra membros de sua própria espécie. Quanto ao cão, não há notícia sobre sua vida pregressa. Segundo ainda a autoridade policial, o adolescente sofrerá processo especial e ficará sujeito à medida socioeducativa determinada pela Vara da Infância e Juventude da comarca de Itaporanga.
                O jovem humano, no entanto, espera ser inocentado, e, na delegacia, chegou a mostrar o hematoma deixado pela mordida canina, reforçando que foi o animal que iniciou a agressão. Mas para a Folha, essa briga pode estar relacionada a uma rixa antiga entre as duas espécies, tão antiga que data aproximadamente de 130 mil anos atrás, segundo pesquisadores, quando o humano começou a domesticar o cachorro contra a vontade do bicho, e conseguiu à força, mas, de vez em quando, eles se estranham. Diante de todo esse histórico é possível afirmar que o homem não é o melhor amigo do cão.

     

     

     

     

     

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    Em 06/07/2017

     

    A vida do músico itaporanguense Radegundis Feitosa em filme documental

     



                Por Redação da Folha (5 de maio de 2011): história de vida e sucesso do músico itaporanguense Radegundis Feitosa é tema de um documentário que será lançado no dia 14 de maio, às 20h, no Cine Banguê do Espaço Cultural, em João Pessoa, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).
                De acordo com matéria publicada na Agência de Notícias do Pólo Multimídia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde o músico era professor e chefe do Departameno de Música, o documentário foi produzido pela TV da própria instituição (TV-UFPB) com o apoio do Núcleo de Produção Digital da Paraíba (NPD-PB).
                O filme conta com o depoimento de músicos que conviveram com Radegundis, além de um rico material de arquivo que mostra mais de 20 anos da carreira do trombonista, que era considerado um dos melhores do mundo.
    Antes da exibição do documentário, haverá uma apresentação do Quarteto de Trombones da Paraíba e do Quinteto Brassil, dois dos grupos criados por ele. O evento é realizado pela UFPB em parceria com a Funesc. A entrada é gratuita.
                  Radegundis Feitosa faleceu na manhã de 1° de julho de 2010, vítima de acidente automobilístico na BR-361, quando dirigia-se para Itaporanga, onde participaria das comemorações dos 150 anos da paróquia Nossa Senhora da Conceição. O carro do músico, um Citroen C4 Pallas, capotou violentamente e, em seguida, pegou fogo, matando Radegundis e mais três músicos que o acompanhavam, dois deles também itaporanguenses: Luiz Benedito e Roberto Ângelo.
                  Radegundis nasceu em Itaporanga no ano de 1962 e deu os primeiros passos na música na banda filarmônica Cônego Manoel Firmino, criada pelo monsenhor José Sinfrônio (também já falecido). Depois se mudou para João Pessoa e começou a estudar em 1981 no recém-formado Departamento de Música da UFPB. Ele era filho de Heleno Feitosa Costa, trombonista amador e fundador do Poeirão, o famoso torneio de futebol que se realiza no mês de maio em Itaporanga.
                  A Agência de Notícias enfoca que Radegundis foi o responsável, ao lado de outros músicos paraibanos, em “revitalizar o cenário de música instrumental na Paraíba que repercute até os dias de hoje. O incentivo aos jovens músicos do interior, além do seu papel enquanto educador musical em atividade na UFPB e o seu destaque alcançado como um dos melhores trombonistas do mundo, fizeram de Radegundis um marco no cenário cultural paraibano”.
    O documentário em longa-metragem [75´] foi filmado no ano passado e conta com a direção de Arthur Lins e Niu Batista, além de uma equipe formada inteiramente por técnicos da Universidade. Em breve o filme será exibido na grade de programação da TV-UFPB.

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    Em 06/07/2017

     

    Radegundis será homenageado em João Pessoa no 1º aniversário de sua morte

     



                     Por Redação da Folha (27 de junho de 2011)- O trombonista itaporanguense Radegundis Feitosa (foto), falecido no ano passado vítima de acidente automobilístico, será, mais uma vez, homenageado em João Pessoa, desta feita com um grande concerto de solistas, coro e instrumental, evento programado para às 20h desta quinta-feira, 30 de junho, véspera do primeiro aniversário de sua morte, no Cine Bangüê do Espaço Cultural, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br). De acordo com o site oficial do Governo do Estado, o concerto terá participações da Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa (OCCJP), do Coro Sonantis e de solistas convidados, a exemplo do também trombonista itaporanguense Sandoval Moreno (foto), que é professor do Departamento de Música da UFPB e tem uma extensa atuação no Brasil.
                      O evento terá entrada gratuita e é uma realização da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) em parceria com a Funesc e a UFPB. O concerto ficará marcado pela estreia paraibana de “Requiem para um Trombone”, do compositor Eli-Eri Moura, congregando aproximadamente 90 cantores e instrumentistas no palco, sob a regência do próprio compositor.
    Escrita para solistas, coro e orquestra, a obra será interpretada com os solos de Sandoval Moreno (trombone), José Henrique Martins (piano) e Christiane Alves (soprano lírica). O programa inclui a apresentação de quatro canções da suíte sinfônica “A Floresta do Amazonas”, de Heitor Villa-Lobos, com a soprano Izadora França e a OCCJP, sob a regência de Carlos Anísio.
    Em entrevista ao site oficial, Eli-Eri disse que “este é um evento especial em que os próprios músicos fazem uma homenagem a um dos seus colegas mais ilustres, que foi Radegundis”.
                     No palco estarão amigos e colegas do trombonista do Departamento de Música da UFPB, como o próprio Eli-Eri, Sandoval Moreno, Carlos Anísio e José Henrique Martins, além de seus ex-alunos e companheiros da Orquestra Sinfônica da Paraíba. “Requiem para um Trombone”, escrita especialmente em memória de Radegundis Feitosa, foi encomendada pela diretora do Virtuosi Festival Internacional de Música, a pianista Ana Lúcia Altino, que sugeriu o título da peça. A estreia mundial ocorreu em dezembro de 2010, em Recife, numa versão para solistas, coro e orquestra de cordas, no concerto de abertura do XIII Festival Virtuosi.
                   Para a estreia em João Pessoa, o compositor escreveu uma versão para uma orquestra completa. “A peça busca representar musicalmente, com os textos do requiem tradicional em latim e português, a passagem de Radegundis do nosso plano existencial humano para o celestial, em que o trombone solista representa o próprio Radego (como era chamado pelos amigos), a soprano um anjo guia e os coralistas um coro de anjos”, comenta Eli-Eri.
    Segundo ainda o compositor, “Requiem para um Trombone” foi composta usando temas derivados das letras do próprio nome Radegundis, transformadas em notas musicais. “Requiem” também será apresentada no encerramento do 2º Festival Internacional de Música de Campina Grande, no dia 9 de julho, com o coro e a orquestra do próprio festival, sob a regência de Vladimir Silva.
                    Na ocasião, será inaugurado e entregue o Prêmio Radegundis Feitosa, a ser outorgado a um músico ou entidade artístico-cultural com relevante atuação no âmbito local, regional ou nacional.
    No dia 14 de maio último, Radegundis foi homenageado com a apresentação de um documentário sobre sua vida e trajetória musical. O filme, denominado Radegundis Feitosa, foi produzido pelo Polo Multimídia da UFPB.

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    Em 05/07/2017

     

    Centenário de poeta coremense é comemorado com importante evento cultural

     



                 Por Redação da Folha (23 de agosto de 2013) – Uma festa à altura do homenageado. Os cem anos do poeta coremense Joaquim Nogueira de Brito foram comemorados nesta sexta-feira, 23, com um grande evento: sessão especial da Câmara, lançamento de um selo comemorativo e a inauguração de uma biblioteca com o nome do cordelista marcaram as homenagens, também regadas a muita poesia e discursos emocionados.
                 A sessão legislativa, realizada no prédio da maçonaria, contou com a presença de dezenas de pessoas, entre as quais familiares do homenageado, ativistas culturais, representantes do judiciário e lideranças políticas. O prefeito coremense Antônio Lopes, vereadores, secretários municipais e o deputado federal Hugo Motta compareceram. O ex-diretor dos Correios, José Pereira da Costa Filho, conhecido como Pereirinha; o chefe local do Dnocs, Luiz Paulo; e o juiz trabalhista Arnaldo Duarte do Amaral também prestigiaram a solenidade.
                 Entre os familiares de Joaquim Nogueira de Brito, presença dos seus filhos, o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, Vicente Vanderlei Nogueira de Brito, e a professora Ivanilde Nogueira Ramalho; e dos seus netos, o vereador Marquinhos de Lucrenato e o vice-prefeito Lucrenato Júnior. Emocionados e felizes, todos falaram durante a sessão especial e homenagearam a memória do pai e avô, mostrando a importância do poeta para a vida cultural, social e comercial de Coremas durante grande parte do século XX, conforme apurou a Folha (www.folhadovali.com.br).
                  Durante a sessão especial foi lançado o selo comemorativo dos Correios ao centenário e o recinto foi tomado pelos versos do repentista Oliveira de Panelas. Na homenagem a um poeta popular, o que não poderia faltar era rima da boa. Depois da sessão legislativa, os convidados dirigiram-se até a biblioteca Joaquim Nogueira de Brito, que foi inaugurada solenemente. A instituição integra a Casa da Cultura de Coremas e será mais um importante espaço para leitura e pesquisa. “Nada melhor do que uma biblioteca para eternizar o nome de um homem que se dedicou tanto à escrita e à leitura, e esperamos que esse espaço seja bem aproveitado por todos para a leitura e o conhecimento, o que é fundamental para o desenvolvimento de qualquer sociedade”, comentou Marquinhos.
                  Joaquim Nogueira de Brito nasceu em 23 de agosto de 1913 e faleceu em 2010. Além de poeta cordelista, com três obras publicadas, foi farmacêutico, militante político e trabalhou nas obras do açude de Coremas, mas sua origem é agrícola.

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